Telefone: (62) 3642-9440 / (62) 3642-9442 Facebook Instagram
Uma Páscoa sem culpa e sem sair da dieta

Por Manoela Messias, da Comunicação Sem Fronteiras Se há uma época complicada para quem está passando por um processo de emagrecimento e precisa seguir uma determinada dieta, essa época é a da Páscoa.   Uma simples ida ao supermercado pode ser uma tortura para que luta para não fugir da dieta, principalmente quando se depara

0 Comentários

Por Manoela Messias, da Comunicação Sem Fronteiras

Se há uma época complicada para quem está passando por um processo de emagrecimento e precisa seguir uma determinada dieta, essa época é a da Páscoa.

 

Uma simples ida ao supermercado pode ser uma tortura para que luta para não fugir da dieta, principalmente quando se depara com uma infinidades de ovos de chocolate, carregados com os mais variados e deliciosos recheios. Infelizmente a grande  maioria desses produtos possui muito açúcar e muita gordura hidrogenada, é um veneno para quem quer ganhar a luta contra a balança.

Mas afinal, dá para ter uma Páscoa sem culpa e sem sair da dieta? Para a A nutricionista Andrea Menezes sim, porém ela alerta que é preciso ficar atento à composição do produto que será consumido.

 

Pensando em quem precisa manter uma dieta restritiva, por um determinado período ou mesmo a vida toda, o mercado disponibiliza diferentes tipos de ovos de páscoa funcionais feitos com ingredientes tidos como naturais, mas é preciso ficar atento ao que diz as embalagens sobre as informações nutricionais.

 

“É muito relativo. Mesmo que os ovos de páscoa não tenham açúcar branco, ou que sejam  feitos sem glúten ou à base de proteína, não dá para afirmar que são 100% saudáveis. O fato de não ter açúcar branco já é um grande diferencial. Mas é preciso saber também qual tipo de adoçante foi utilizado na fabricação do produto”, esclarece a nutricionista.

 

Segundo a especialista os adoçantes feitos à base de stévia e xilitol são os mais benéficos, pois são produtos naturais. “Doces feitos com esses dois tipos de adoçantes são mais saudáveis, porém, os de stévia são mais recomendados. A stévia é uma planta com baixíssimos níveis de calorias e que tem um poder de adoçar até 300 vezes mais do que o açúcar comum. Fazendo com que esta seja uma das melhores alternativas para adoçar esses ovos funcionais”, explica.

 

Sobre os chocolates que não possuem glúten ou aqueles que são produzidos à base de proteína, saiba a opinião da profissional. A nutricionista afirma que esses produtos são mais recomendados para quem está numa dieta mais restritiva. “Os de proteína em algumas condições podem ser utilizados. Mas é preciso estar atento ao teor de gordura, de sódio, o tipo de açúcar e à quantidade de cacau que tem o ovo de páscoa”, orienta.

 

Mais cacau

 

Andrea indica que, para não sair do foco da dieta e ao mesmo tempo não se privar das gostosuras. Para isso, dê preferência àqueles chocolates que possuem em sua composição maior quantidade de cacau. Assim, é possível preservar as características positivas do fruto como fibras, vitaminas do complexo B, vitamina A e C. Além de ferro, fósforo e cálcio.

 

“O ideal é buscar um ovo de páscoa com pelo menos 60 ou 70% de cacau. Que seja agregado ao adoçante mais saudável e sem nenhuma quantidade de açúcar branco. Essas dicas são para todos, especialmente para os diabéticos e para quem é praticante assíduo de atividades físicas. Desta forma, tornam-se doces ideais para serem consumidos sem culpa”, diz Andrea.

 

Mas, lembre-se: o fato de consumir um chocolate mais saudável não significa que ele possa ser ingerido em grande quantidade. O ideal, segundo a nutricionista, é permitir-se aproveitar a data para comer os chocolates, porém de forma moderada.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *